
Preciso postar. Recebí do Grupo Euthymia, escrito pelo Fernando Martins. Boa leitura!!
"Saudações,
Pelo mundo ocidental, tvs, jornais, rádios, organizações das mais diversas, estarão em breve
a relembrar com pesar neste mês o acontecido no dia 11 de setembro de 2001, quando, segundo fontes do governo norte-americano, terroristas de origem islâmica, derrubaram as famosas torres gêmeas de Nova York. No mesmo mês, mas em ano bem mais recente, 2004, tropas chechênas invadiram um colégio em Beslan,cidade da Rússia, onde mantiveram durante dias mais de mil pessoas, entre pais, professores e alunos, sendo que destes, trezentos, sim, 300 foram assassinados. Ninguém relembra este ataque terrorista macabro no distante Cáucaso, mas todos celebram com pesar e pompa cinematográfica, o ocorrido na Big Apple durante um mesmo mês de setembro. O ataque terrorista ocorrido em Nova York é um dos muitos ataques terroristas que vem assolando o mundo durante décadas, cuja extensa lista é encabeçada pelo pior deles, que foi a histórica bomba de Hiroshima e Nagasaki, lançada pelos americanos que neste mês promovem tal festejo em homenagem as vitimas de NovaYork. Hiroshima tinha uma população de 350 mil habitantes e a lista de mortos oficiais foi de 242.437.Tanto na distante década de 40 com Hiroshima e Nagasaki, tanto no recente ano de 2004, os terroristas não se importaram com a quantidade de vítimas, pois quanto maior o número de perdas, maior o terror produzido para se conquistar o objetivo. Esta é uma das características do perverso terrorismo. Sem contar que quanto mais inocente esta vítima, maior comoção causa, como foi o caso do setembro de Beslan, onde crianças eram assassinadas a sangue frio e se não fosse a ação do exército russo, não sobreviveria nenhuma. No entanto, no atentado das torres gêmeas, os terroristas estranhamente promoveram o ataque no horário das 9 da manhã, quando poucas pessoas estavam no prédio, vez que o expediente nova-iorquino inicia às 10 horas. Destes poucos que estavam presentes, a maioria era de funcionários de baixo escalão. Muitos latinos, asiáticos e afros.Será que Bin Laden ou quem organizou o ataque, não visava acabar com a vida do alto escalão empresarial norte-americano que num horário mais tarde de certo estaria no local nos escritórios de suas poderosas empresas? Será que o ataque foi na parte da manhã, bem cedo, só para matar funcionários humildes, na maioria trabalhadores originários de outra étnica que não a branca norte-americana, ou seja, pessoas na sua maioria, tão insatisfeitas como o próprio Bin Laden? Ou será que esta história está mal contada? Questionamentos foram promovidos na época
Levantando a possibilidade de não ter sido um ataque promovido por terroristas islâmicos, mas sim, por um terrorismo de conveniência, promovido pelo próprio governo norte-americano. Quem não lembra aqui no Brasil, durante a ditadura militar, das bombas jogadas pelos militares em vários pontos das maiores capitais, para depois colocarem a culpa nos comunistas e com isto, acirrar cada vez mais a ditadura. Poderia parecer delírio este pensamento até que a bomba do Rio Centro provou que não. É uma prática sim do status quo.Por que este país tão poderoso, não poderia promover uma catástrofe deste porte, que iria como ocorreu e vem ocorrendo, render lucros das mais diversas naturezas, desde política até financeira, sem contar com a criação de um motivo para justificar a invasão do Afeganistão? Obviamente é tão somente uma reflexão, mas válida sim. Como disse Fausto Wolf na época: “matar o mínimo
interessaria aos americanos. Se descobertos, décadas depois, poderiam alegar razões patrióticas. A memória do mundo é curta como a vida do homem”.E como estamos em setembro, termino citando: Primavera... para não dizer que não falei de flores.
Só para registro e reflexão.
Fecha o pano.Fernando Martins"
and ... no comments.


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